Clube Campagnolo

Curso online & Clube de leitura

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Comentários (7)

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    Ana Paula Silva dos Santos

    Nunca me identifiquei como “feminista”, quando a minha psicóloga me orientou que entrasse para um grupo feminista “menos radical”, lembro que fiquei indignada. Isso, foi em 2017, eu não me interessava por política (era alienada e acreditava em tudo que passava no jornalismo da Globo), não me interessava pelo assunto “movimento feminista”, a única coisa que eu pensava naquela época quando ouvia falar sobre esse assunto era: um bando de mulheres infelizes alimentando o ódio entre homens e mulheres.
    Em 2018 uma colega tentou criar um grupo feminista no whatsapp, e me convidou, eu respondi que o movimento feminista não me representava em nada e para a minha surpresa, estava cercada por anti feministas que não se manisfestavam contra o movimento feminista, por receio de criticas.
    Ainda não domino sobre o assunto, irei revisar alguns módulos, assim que tiver mais tempo livre, o curso tem sido fundamental para adquirir conhecimento que eu procuro compartilhar com meus irmãos e amigos.
    Já estou ansiosa pelo próximo curso!
    Muito obrigada Equipe do Clube Campagnolo, as aulas estão incríveis.

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    Dilma Morais Negromonte

    Vou ficar craque em feminismo. Vou fazer também o curso no Brasil Paralelo, pois sou membro fundador rsrs. Irhuuuuu! Beijo pra você, Ana.

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      João Victor De Souza Silva

      queria eu kkkk sou membro patriota somente ✊

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    Jacklena Montenegro

    Nunca me identifiquei como feminista e me encaixo completamente no exemplo que Ana mencionou na aula: tenho graduação em administração e trabalhei dos 19 anos até os 33 anos. Quando estava chegando ao auge na carreira, resolvi abandonar o trabalho por vontade própria, para ter mais tempo para minha família e dar mais assistência aos meus filhos em idade escolar. Nunca me arrependi da decisão; foi muito bom para os meus filhos, para meu marido, e principalmente para mim.

    Tem um seriado bem antigo que retrata bem o privilégio que as mulheres gozam de decidir se trabalham ou não; o seriado “ Everybody hates Chris” retrata com humor o racismo na década de 70-80 nos EUA. A mãe do Chris, Rochelle, ora quer trabalhar, ora quer cuidar da casa e fis filhos; quando arruma um emprego, a qualquer contrariedade ela pede demissão e diz: “ eu não preciso disso, meu marido tem dois empregos ! “

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    Ketinyn Paola de Oliveira Cruz

    Aula maravilhosa! Obrigada.

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    Jacirene Garcia do Nascimento

    Obrigada querida professora Ana.

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    SUELI THOMÉ

    Aula espetacular. Obrigada Ana.

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